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Motociclista é detido após fuga perigosa pelas ruas de Nobres

Mesmo após a queda, segundo a PM, o homem se levantou e voltou a fugir.

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Um motociclista identificado como Marcos Vinicius foi detido pela Polícia Militar na tarde deste sábado (22), em Nobres (MT), após ser flagrado realizando manobras perigosas em via pública e fugir da abordagem policial. A ocorrência foi registrada por volta das 16h30, na Avenida Getúlio Vargas, nas proximidades da entrada do município.

Segundo informações da Polícia Militar, a guarnição recebeu diversas denúncias de que motociclistas estariam realizando “rachas” e malabarismos, incluindo manobras de empinar as motocicletas, colocando em risco outros usuários da via.

Ao chegar ao local, os policiais visualizaram vários motociclistas e flagraram um deles realizando a manobra. A equipe iniciou o acompanhamento para realizar a abordagem, mas o condutor, ao perceber a presença da viatura, fugiu em direção ao centro de Nobres.

Ainda conforme o registro policial, mesmo com o uso de sinais sonoros e luminosos e com ordens para que parasse, o motociclista não obedeceu e passou a trafegar em alta velocidade. Nas proximidades do cemitério municipal, ele teria ingressado na contramão e seguido em direção à região da rodoviária, mantendo a condução considerada perigosa.

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Próximo à rodoviária, o condutor passou sobre um canteiro, impedindo que a viatura continuasse o acompanhamento pelo mesmo trajeto. Na sequência, ele perdeu o controle da motocicleta e caiu ao solo, sofrendo escoriações. Mesmo após a queda, segundo a PM, o homem se levantou e voltou a fugir.

Durante o acompanhamento, os policiais conseguiram identificar a placa da motocicleta, uma Honda Bros de cor preta, registrada como SQF-7G30. Posteriormente, o condutor foi identificado como Marcos Vinicius, que, segundo a PM, já era conhecido por ocorrências relacionadas a infrações de trânsito e possuía registro anterior por prática semelhante.

Após a fuga, os policiais foram até a residência do suspeito, onde encontraram um capacete, a placa da motocicleta e a camisa que ele utilizava durante a ocorrência. Marcos, entretanto, não estava no imóvel.

Pouco depois, a guarnição recebeu informações de que o suspeito estaria escondido na residência de um homem identificado como Milton, em frente à Escola Nilo Póvoas. No endereço, o proprietário confirmou a presença de Marcos e da motocicleta e autorizou a entrada dos policiais.

 

O suspeito foi localizado no imóvel junto à Honda Bros e detido. Ele foi encaminhado inicialmente à 1ª Companhia da Polícia Militar para a confecção do boletim de ocorrência e, posteriormente, conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Nobres para as providências cabíveis.

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Marcos apresentava algumas escoriações pelo corpo, decorrentes da queda durante a fuga. A motocicleta também foi alvo das medidas administrativas previstas.

 

Durante o acompanhamento, a viatura policial, identificada pela placa SPQ-5F61, também sofreu danos. O pneu dianteiro colidiu contra o meio-fio e estourou, provocando danos que, segundo a PM, exigirão reposição e foram registrados para as providências administrativas.

 

A ocorrência foi registrada, entre outras naturezas, por condução de veículo automotor em via pública sem habilitação gerando perigo de dano, utilização de veículo para demonstração de manobra perigosa e desobediência às ordens da autoridade policial.

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GERAL

Polícia Civil, Vigilância Sanitária e Procon fiscalizam ETA em Acorizal e encontram cal de construção civil

Funcionários afirmaram que o produto vinha sendo utilizado no tratamento da água distribuída à população

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A Polícia Civil, a Vigilância Sanitária Estadual e o Procon de Mato Grosso realizaram, na manhã desta terça-feira (18.8), uma ação conjunta de fiscalização em uma Estação de Tratamento de Água (ETA) de Acorizal.

A ação foi desencadeada por requisição da 6ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Cuiabá, após uma denúncia de que a concessionária responsável pelo tratamento e fornecimento de água em Acorizal estaria utilizando cal hidratada, do tipo que é destinado à construção civil, no processo de tratamento da água potável fornecida aos moradores da cidade.

Durante a fiscalização nesta terça-feira, a equipe da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e os fiscais da Vigilância Sanitária e do Procon encontraram diversos sacos de cal hidratada, com indícios de que estariam sendo utilizados para tratar a água na estação.

Questionados, funcionários do local afirmaram que o produto, aparentemente adquirido em uma loja de materiais de construção do próprio município, é utilizado no tratamento da água distribuída à população. Porém, alegaram que nesta terça-feira a cal hidratada não havia sido utilizada, pois a água estava com boa qualidade.

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Os fiscais da Vigilância Sanitária Estadual analisaram os dados técnicos constantes na embalagem do produto e entraram em contato com o fabricante, localizado em Nobres. A empresa informou aos policiais e fiscais que não produz nem comercializa cal própria para utilização no tratamento de água destinada ao consumo humano, e que o material encontrado é destinado à construção civil.

Diante da constatação da utilização de produto inadequado, a Vigilância Sanitária Estadual interditou todo o material encontrado na estação de tratamento, enquanto a Polícia Civil apreendeu uma unidade do produto para encaminhamento à perícia. A direção da concessionária foi notificada de que o produto não poderia continuar sendo utilizado no tratamento da água.

Segundo o delegado Rogério Gomes, titular da Decon, a cal pode ser empregada no processo de tratamento de água, desde que seja produto específico e adequado para essa finalidade. Já a utilização de cal hidratada destinada à construção civil pode representar risco à saúde da população, uma vez que o material pode conter metais pesados e outras impurezas fora dos parâmetros exigidos para produtos utilizados no tratamento de água destinada ao consumo humano.

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A Polícia Civil vai instaurar inquérito policial para apurar a suspeita de que a empresa estaria utilizando a cal hidratada e fornecendo produto impróprio para o consumo humano para a população, e, se confirmado, a responsabilidade dos gestores da concessionária de água e esgoto de Acorizal.

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