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Crianças e adolescentes estão sendo orientados nos cuidados para não contrair a dengue

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O mês de abril ainda predomina o período chuvoso e os cuidados com a dengue precisam ser redobrados. Para chamar a atenção a essa questão – de saúde pública – as crianças e adolescentes que participam das atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), estão sendo motivadas a desenvolver ações de combate ao mosquito.

E para reforçar esse aprendizado, o grupo de teatro de fantoches, da Secretaria de Educação, está visitando os polos para mostrar a importância na limpeza da casa, e dos trabalhos que as crianças e adolescentes devem fazer para ajudar neste combate.

Ontem foi a vez das crianças e adolescentes do polo Jardim Esmeralda receberem a visita dos bonecos para uma divertida apresentação. Eles não só assistiram como participaram de toda a dinâmica promovida pelos atores. “As crianças amaram o espetáculo e se comprometeram em ajudar a combater o mosquito da dengue. A prevenção de doenças é tema discutido em nossos encontros, mas com certeza as informações reproduzidas pelos bonecos reforçam ainda mais essa lição diária e que deve ser praticada por todos nós”, destacou a orientadora social, Renita Borges.

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De forma lúdica os atores ensinam que água parada em recipientes de plantas ajudam na proliferação do mosquito e que ter o local seco, pode ser uma atribuição feita por elas, desde que os vasos não sejam tão pesados, e se forem a utilização de areia também é uma alternativa a ser aplicada.

“É preciso que nossos participantes se conscientizem da gravidade dessa doença e da importância de nos prevenirmos contra ela, porém é preciso que esses ensinamentos sejam feitos de forma leve e de fácil entendimento. São crianças e ainda não têm maturidade para entender determinados assuntos, mas de forma lúdica e divertida, eles conseguem memorizar e acabam sendo multiplicadores, em suas casas e entre os membros da família”, destacou a coordenadora de Proteção Especial Básica, Bernadete Miranda.

A coordenadora lembra que as crianças são curiosas e aprendem de forma mais tranquila, por isso, nas dinâmicas feitas pelo grupo de teatro de fantoche, todos os detalhes são utilizados, e as crianças interagem com os personagens.

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PARCERIA – A secretaria de Assistência Social tem contado com a parceria das Secretaria de Saúde, Defesa Social e Educação, Cultura, Esporte e Lazer em diversas ações promovidas nas unidades sociais do município, e essa contribuição tem sido de suma importância nos trabalhos desenvolvidos pela pasta.

A secretaria de Assistencia Sociasl, Ana Cristina Vieira, destaca como importante manter essas parcerias e desta forma estimular o aprendizado, não só para as crianças, mas para toda a comunidade em geral que tem essa obrigação no combate a dengue e, em outras doenças transmitidas pelo mosquito. “O nosso compromisso, por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, também é de formar bons cidadãos, por isso toda a contribuição e parceria é sempre bem vinda”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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