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Prefeitura de Várzea Grande garante assistência a idosos de abrigo interditado

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Os cinco idosos acolhidos pela Assistência Social são três mulheres, incluindo uma idosa de 102 anos, e dois homens

A prefeitura de Várzea Grande, por meio da secretaria municipal de Assistência Social, está garantindo a assistência necessária aos 17 idosos que estavam em um abrigo interditado na última sexta-feira (07), após fiscalização da Vigilância Sanitária, Conselho Municipal do Idoso, secretaria de Assistência Social e Guarda Municipal. A interdição ocorreu após denúncias que se confirmaram em diversas irregularidades estruturais e de funcionamento constatadas no local.

Dos 17 idosos, 11 retornaram para suas famílias e continuarão recebendo acompanhamento das equipes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Outros cinco foram acolhidos pela estrutura municipal e passam por exames médicos para avaliação de sua condição de saúde. Apenas uma idosa permanece no abrigo interditado, e seu caso está sendo avaliado pelo Conselho do Idoso e pelo Creas.

Os cinco idosos acolhidos pela Assistência Social são três mulheres, incluindo uma idosa de 102 anos, e dois homens. As mulheres estão temporariamente abrigadas na unidade voltada às mulheres vítimas de violência, enquanto os homens foram encaminhados para o abrigo masculino. Após os exames, os dois homens e a idosa de 102 anos serão transferidos ainda esta semana para o Lar dos Idosos São Vicente de Paulo, instituição conveniada com a prefeitura. As outras duas idosas serão encaminhadas posteriormente conforme abertura de novas vagas.

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A secretária de Assistência Social, Cristina Saito, destacou a importância de lares de acolhimento possuírem estrutura adequada e autorização dos órgãos competentes para funcionar. “Os idosos precisam estar em um ambiente seguro, com profissionais qualificados e condições adequadas de habitação e assistência. Esse abrigo funcionava de maneira irregular, colocando em risco a integridade e o bem-estar dos idosos”, afirmou.

Durante a fiscalização no abrigo interditado, foram identificadas diversas falhas estruturais e sanitárias, como goteiras, degraus que dificultavam a mobilidade dos idosos, piscina sem grade de proteção, insuficiência de profissionais para os cuidados necessários, quartos sem climatização e a falta de luzes de emergência.

Os responsáveis pelo local tiveram um prazo de cinco dias para contatar as famílias dos idosos e providenciar sua transferência para outro abrigo. Nos casos em que as famílias não foram localizadas, a Assistência Social assumiu a responsabilidade de garantir um local adequado para a acolhida dos idosos, garantindo seus direitos e sua segurança.

“Nosso compromisso é assegurar que esses idosos tenham um atendimento digno e adequado. Continuamos acompanhando cada caso para garantir que todos recebam o cuidado necessário”, reforçou a secretária Cristina Saito.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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