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Várzea Grande propõe pactuações da PPI na Baixada Cuiabana

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Secretária de Saúde, Deisi Bocalon, participou ontem (19), de mais um encontro do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá (Cisvarc), que é uma importante ‘coalisão de municípios’ em prol de melhorias e avanços do SUS

A secretária de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, participou ontem (19), em Cuiabá, da 8ª reunião do Colegiado Intergestores Regional (CIR) e do Colegiado de Gestores Municipais da Baixada Cuiabana. O encontro reuniu gestores de diversos municípios da região para tratar de pautas importantes voltadas à organização e ao fortalecimento da rede de saúde.

Mais uma vez, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre o Programa do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá (Cisvarc), apresentado pelo secretário-executivo, Neurilan Fraga, que destacou a finalidade do consórcio, seus benefícios e a importância da adesão dos municípios para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde.

Outro ponto de destaque foi a discussão sobre o estudo da Programação Pactuada e Integrada (PPI) de remanejamento da Baixada Cuiabana, proposta pela secretária municipal de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon. A PPI é um instrumento de gestão utilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para definir, de forma organizada, como será a oferta e o financiamento dos serviços de saúde entre os municípios, considerando a capacidade de atendimento de cada um. Com ela, é possível planejar melhor os atendimentos, evitando sobrecarga em determinadas unidades e garantindo que os recursos sejam aplicados de forma mais eficiente.

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Na oportunidade, o assessor da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, Hozano Delgado, apresentou um estudo detalhado sobre as pactuações da PPI do Município, apontando as localidades que não aderiram ao atendimento ambulatorial de média complexidade, como Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Santo Antônio do Leverger e Cuiabá, bem como os que não têm pactuação hospitalar, como os municípios de Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Nova Brasilândia. A apresentação reforçou a importância de fortalecer os acordos entre os municípios para garantir o acesso equitativo da população aos serviços de saúde.

Para a secretária Deisi Bocalon, o encontro representou um passo importante no fortalecimento da regionalização da saúde na Baixada Cuiabana. “Quando discutimos a PPI, estamos pensando na organização da rede de saúde como um todo, para que cada município possa oferecer o melhor atendimento possível e, ao mesmo tempo, contar com o apoio dos demais. A união dos gestores é essencial para garantir um sistema mais eficiente e humanizado à população”, destacou.

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Ao final do encontro, os gestores reafirmaram o compromisso em trabalhar de forma integrada, visando melhorar a assistência à saúde na região, ampliar a oferta de serviços e fortalecer as pactuações entre os municípios da Baixada Cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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