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POLÍCIA

Membro de organização criminosa é preso com R$ 10 mil proveniente de tráfico de drogas

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Policiais militares prenderam um homem de 20 anos por tráfico de drogas, na madrugada de domingo (22.05), em Nova Xavantina. Com o suspeito, que é membro de uma organização criminosa, a PM apreendeu a quantia de pouco mais de R$ 10 mil em dinheiro, proveniente do comércio ilícito de entorpecentes.

Por volta de 02h15 da madrugada, a PM recebeu informações sobre um homem que estaria em uma motocicleta abastecendo as “bocas de fumo” e recolhendo o dinheiro do tráfico de drogas. Ainda de acordo com a denúncia, o criminoso seria membro de uma facção criminosa.

Em diligências, foi identificado a residência onde o suspeito morava. O homem estava chegando ao local e, ao visualizar a viatura da PM, fugiu para o interior do imóvel, dispensando um objeto no chão, que a equipe constatou ser uma porção de maconha.

Os policiais adentraram a casa e encontraram o suspeito dentro de um quarto, bastante agitado. Em buscas pelo local, a PM encontrou envelopes com grande quantidade de dinheiro, total de R$ 10.590,00, embaixo da cama do criminoso.

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Questionado, o suspeito revelou que tem a função de recolher o dinheiro do tráfico de drogas, nos pontos de venda de entorpecentes. Diante dos fatos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia local, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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Acusado alega que matou esposa ao ‘perder a cabeça’ em briga

Ele teve tempo de contratar uma máquina retroescavadeira, cavar o buraco, colocar o corpo.

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Preso acusado de matar a esposa Nilza Moura de Souza Antunes, 64, teria premeditado o crime. Jackson Pinto da Silva declarou à polícia que “perdeu a cabeça” durante discussão com a esposa, contudo, ele contratou uma retroescavadeira para abrir a cova onde enterrou a vítima, no quintal de uma das propriedades da empresária. Ele foi detido nesta terça-feira (5), data em que a idosa foi encontrada.

Segundo a delegada Eliane Moraes, titular da Delegacia de Estelionato de Várzea Grande, o corpo foi encontrado a cerca de dois metros de profundidade, com pés e mãos amarrados com lacre plástico. O mesmo material foi usado para enforcar a vítima.

Conforme a delegada explicou, apesar de se tratar de um feminicídio, sua unidade foi acionada porque, a princípio, Jackson comunicou tentativa de golpe. Ele alegou que a esposa havia sumido e vinha recebendo mensagens e ligações pedindo resgate. À delegada, ele disse que tinha feito transferência para contas.

“Depois ele começou a cair em contradição e acabou admitindo o crime. Disse que perdeu a cabeça, após atritos com ela, eles tinham uma relação de 11 anos, mas nesse tempo ele teve um filho com outra mulher, o que estava gerando atrito entre o casal, segundo ele esse era o motivo das brigas”, explicou a delegada.

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Ainda segundo a autoridade policial, ele havia tentado vender alguns bens, mas a delegada não confirmou a transferência de R$18 mil citada por parentes. Como informado anteriormente por familiares, ele teria feito a movimentação bancária de uma conta empresarial da vítima para uma conta dele.

Durante o interrogatório na Delegacia de Estelionato, ele chegou a dizer que havia feito pix para possíveis sequestradores.

“Ele falou que ela tinha desaparecido, que estava recebendo ligações pedindo resgate. Ele chegou até a fazer pix para uma conta, várias situações envolvendo transferências. Como trabalhamos com esse tipo de crime, inicialmente havia dúvida sobre o que estava acontecendo”, disse.

No entanto, durante as diligências, a versão começou a ruir. “Quando começamos a ouvir familiares e o próprio suspeito, ele passou a entrar em contradição. A partir daí, começamos a desconfiar da história apresentada”, relatou.

A confirmação veio após uma ida até a residência do casal. “Ele se dispôs a ir com a equipe até a casa para provar que não tinha envolvimento. Mas uma camisa que ele usou no domingo, último dia em que apareceu com a vítima, já estava lavada. Questionamos isso e ele ficou nervoso, entrou em contradição e acabou confessando”, detalhou a delegada.

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Após a confissão, o suspeito indicou o local onde havia escondido o corpo. “Ele também revelou onde estava o corpo, que foi encontrado enterrado a cerca de dois metros de profundidade”, afirmou.

As investigações apontam que o crime ocorreu em outra residência e que o corpo foi transportado posteriormente. “Tudo indica que o homicídio aconteceu em outro imóvel. Temos uma equipe realizando perícia nesse local também”, disse.

A premeditação do crime é um dos pontos que mais chamam a atenção. “Ele teve tempo de contratar uma máquina retroescavadeira, cavar o buraco, colocar o corpo e depois retornar para aprofundar ainda mais a cova. Isso demonstra planejamento”, destacou Eliane Moraes.

Questionada sobre possível participação de terceiros, a delegada foi categórica: “A princípio, acreditamos que ele agiu sozinho”.

O caso, inicialmente registrado como estelionato, será encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que dará continuidade às investigações.

 

Fonte Gazeta Digital

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