CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLÍCIA

PM prende quadrilha suspeita por tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas em Cáceres

Published

on

Policiais militares do 6º Comando Regional prenderam sete homens, neste sábado (16.8), por porte ilegal de arma de fogo, tráfico ilícito de drogas e de integrarem uma facção criminosa, em Cáceres (220 km de Cuiabá). Entre os detidos estão suspeitos pela tentativa de homicídio contra uma adolescente, de 14 anos, na noite de sexta-feira (15.8), no município.

Na ocasião, os policiais militares receberam informações sobre uma tentativa de homicídio, de frente a uma conveniência de bebidas, no bairro Cohab Nova. A vítima relatou que estava no estabelecimento, acompanhada por dois amigos, quando dois homens, em uma motocicleta, se aproximaram da jovem. O suspeito que estava na garupa da motocicleta atirou diversas vezes contra a menina.

A vítima foi atingida duas vezes na perna esquerda, uma na nádega direta e outra no seio esquerdo. Após o atentado, eles fugiram. A adolescente foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Regional de Cáceres.

Leia Também:  Cão do Bope encontra mais de 10 quilos de pasta base enrolados em passageiros no Aeroporto Marechal Rondon

Diante dos fatos, os policiais militares que integram a unidade, Força Tática, Raio e setores de inteligência intensificaram o policiamento na região e receberam informações de que os suspeitos pela tentativa de homicídio, e outros integrantes de uma facção criminosa, estariam escondidos em um prédio abandonado na Rua Coronel Farias.

As equipes se deslocaram ao endereço e flagraram dois homens na frente do imóvel, que retornaram correndo para o prédio. Um deles portava uma arma de fogo e atirou contra as equipes, que revidaram à injusta agressão. Ninguém ficou ferido.

Ao abordarem a quadrilha, os policiais militares apreenderam um revólver calibre .32, 13 munições, um coldre, um porta carregador para pistola, diversas porções de maconha e uma balança de precisão. Um dos detidos confessou a participação no crime contra a adolescente.

Os suspeitos, junto do material apreendido, foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Leia Também:  Ação integrada remove veículos irregulares durante fiscalização preventiva em Cuiabá

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

Acusado alega que matou esposa ao ‘perder a cabeça’ em briga

Ele teve tempo de contratar uma máquina retroescavadeira, cavar o buraco, colocar o corpo.

Published

on

 

Preso acusado de matar a esposa Nilza Moura de Souza Antunes, 64, teria premeditado o crime. Jackson Pinto da Silva declarou à polícia que “perdeu a cabeça” durante discussão com a esposa, contudo, ele contratou uma retroescavadeira para abrir a cova onde enterrou a vítima, no quintal de uma das propriedades da empresária. Ele foi detido nesta terça-feira (5), data em que a idosa foi encontrada.

Segundo a delegada Eliane Moraes, titular da Delegacia de Estelionato de Várzea Grande, o corpo foi encontrado a cerca de dois metros de profundidade, com pés e mãos amarrados com lacre plástico. O mesmo material foi usado para enforcar a vítima.

Conforme a delegada explicou, apesar de se tratar de um feminicídio, sua unidade foi acionada porque, a princípio, Jackson comunicou tentativa de golpe. Ele alegou que a esposa havia sumido e vinha recebendo mensagens e ligações pedindo resgate. À delegada, ele disse que tinha feito transferência para contas.

“Depois ele começou a cair em contradição e acabou admitindo o crime. Disse que perdeu a cabeça, após atritos com ela, eles tinham uma relação de 11 anos, mas nesse tempo ele teve um filho com outra mulher, o que estava gerando atrito entre o casal, segundo ele esse era o motivo das brigas”, explicou a delegada.

Leia Também:  Polícia Militar recupera carro roubado de família mantida refém em Rondonópolis

Ainda segundo a autoridade policial, ele havia tentado vender alguns bens, mas a delegada não confirmou a transferência de R$18 mil citada por parentes. Como informado anteriormente por familiares, ele teria feito a movimentação bancária de uma conta empresarial da vítima para uma conta dele.

Durante o interrogatório na Delegacia de Estelionato, ele chegou a dizer que havia feito pix para possíveis sequestradores.

“Ele falou que ela tinha desaparecido, que estava recebendo ligações pedindo resgate. Ele chegou até a fazer pix para uma conta, várias situações envolvendo transferências. Como trabalhamos com esse tipo de crime, inicialmente havia dúvida sobre o que estava acontecendo”, disse.

No entanto, durante as diligências, a versão começou a ruir. “Quando começamos a ouvir familiares e o próprio suspeito, ele passou a entrar em contradição. A partir daí, começamos a desconfiar da história apresentada”, relatou.

A confirmação veio após uma ida até a residência do casal. “Ele se dispôs a ir com a equipe até a casa para provar que não tinha envolvimento. Mas uma camisa que ele usou no domingo, último dia em que apareceu com a vítima, já estava lavada. Questionamos isso e ele ficou nervoso, entrou em contradição e acabou confessando”, detalhou a delegada.

Leia Também:  Polícia faz alerta e monitora avanço do 'Jogo do Tigre' em MT

Após a confissão, o suspeito indicou o local onde havia escondido o corpo. “Ele também revelou onde estava o corpo, que foi encontrado enterrado a cerca de dois metros de profundidade”, afirmou.

As investigações apontam que o crime ocorreu em outra residência e que o corpo foi transportado posteriormente. “Tudo indica que o homicídio aconteceu em outro imóvel. Temos uma equipe realizando perícia nesse local também”, disse.

A premeditação do crime é um dos pontos que mais chamam a atenção. “Ele teve tempo de contratar uma máquina retroescavadeira, cavar o buraco, colocar o corpo e depois retornar para aprofundar ainda mais a cova. Isso demonstra planejamento”, destacou Eliane Moraes.

Questionada sobre possível participação de terceiros, a delegada foi categórica: “A princípio, acreditamos que ele agiu sozinho”.

O caso, inicialmente registrado como estelionato, será encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que dará continuidade às investigações.

 

Fonte Gazeta Digital

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA