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Polícia Militar e PRF apreendem R$ 300 mil em frascos de Monjauro e prendem casal por contrabando

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Uma ação conjunta do 10º Batalhão da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal apreendeu 488 frascos de medicamento tirzepatida, popularmente conhecido como Mounjaro, na manhã desta segunda-feira (4.5), em Várzea Grande. A ação causou prejuízo de R$ 300 mil ao crime e resultou na prisão de duas pessoas pelo crime de contrabando.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 10º Batalhão realizava patrulhamento na avenida Miguel Sutil e recebeu informações do setor de inteligência e da Polícia Rodoviária Federal sobre um veículo HB20 cinza que supostamente estava transportando produtos ilícitos, na avenida 31 de Março, em Várzea Grande.

Os militares seguiram até a região e encontraram o veículo, com as mesmas características informadas, ocupado por um homem e uma mulher. Na abordagem pessoal e verificação inicial no carro, nada de ilícito foi encontrado.

Já no porta-malas, os policiais identificaram que estepe não seria do mesmo modelo do veículo. Questionado pela PM sobre a procedência do material, o homem revelou a existência de produto ilícito no interior do pneu, onde foram encontrados 488 frascos de tirzepatida, substância conhecida como Mounjaro, utilizada para o emagrecimento.

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Ao serem perguntados pelos policiais, os suspeitos relataram que haviam adquirido os produtos na cidade de Coxim, em Mato Grosso do Sul, e que seriam vendidos em Cuiabá.

Diante do flagrante, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos, juntamente com todo o produto apreendido, para a sede da Polícia Federal, na Capital, para as demais providências que o caso requer.

Fonte: PM MT – MT

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CIDADES

Ex-presidiário fez videochamada após estuprar e matar enteada

Segundo as investigações da Policia Civil, após cometer o abuso, o suspeito chegou a realizar uma videochamada para a mãe da criança

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O padrasto de 24 anos preso acusado de estuprar e causar a morte da enteada, de apenas 3 anos de idade, teria feito uma vídeochamada com a mãe da criança após cometer o crime. O fato ocorreu em em Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá), na madrugada de domingo (3).

Segundo as investigações da Policia Civil, após cometer o abuso, o suspeito chegou a realizar uma videochamada para a mãe da criança, que estava no trabalho, simulando que a menina estava apenas dormindo profundamente e não despertava.

Em depoimento, a mãe relatou que trabalha desde a madrugada e deixa as filhas sob os cuidados do padrasto. Segundo o delegado Honório Gonçalves, o suspeito tentou criar uma narrativa de morte natural logo no primeiro contato com a companheira.

“No momento dos fatos, segundo ela, ele teria ligado para ela, informado que a menina não queria acordar, fez até uma videochamada”, explicou o delegado.

Diante da imagem da filha imóvel, a mãe correu para a residência e levou a criança à unidade de saúde, onde o óbito foi confirmado. Embora o padrasto sustentasse que a menina havia “passado mal”, a análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) rapidamente desmentiu a versão.

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O exame de necropsia identificou lesões graves nas partes íntimas da vítima. Além disso, a equipe de investigação encontrou provas contundentes na residência do casal, descrita como um ambiente insalubre.

“O médico legista identificou indícios fortes da prática de atos sexuais contra essa criança de 3 anos. Inclusive, durante a perícia, foi arrecadada uma calcinha dessa vítima que tinha pontinhos ali de sangue”, afirmou Honório Gonçalves.

No quarto onde o crime teria ocorrido, peritos localizaram pontos de sangue no colchão e um sachê de lubrificante descartado, indicando uso recente.

O suspeito não é desconhecido das forças de segurança. Ele já possui passagens por tráfico de drogas e envolvimento com organizações criminosas, tendo sido alvo de operações anteriores na região. O acusado estava em liberdade há dois meses.

“Ele está sendo autuado, a princípio, pelo crime de estupro qualificado pela morte. Houve uma inovação legislativa recente que aumentou a pena desse crime, que hoje vai de 20 a 40 anos”, ressaltou o delegado.

A mãe da criança também foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos. A Polícia Civil investigará se houve omissão ou conivência por parte dela, além de analisar as condições de maus-tratos no imóvel.

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Uma segunda criança, irmã da vítima, de 6 anos, foi retirada do local pelo Conselho Tutelar e entregue provisoriamente ao pai biológico.

O padrasto permanece preso e passará por audiência de custódia, enquanto o material genético coletado na cena do crime foi enviado para Cuiabá para exames de DNA que devem robustecer o inquérito policial.

 

Gazeta Digital

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