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POLÍCIA

Polícia Militar prende homem com pistola e 11 munições em Cáceres

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Policiais militares do 6º Comando Regional prenderam um homem, de 36 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta terça-feira (3.6), em Cáceres. O suspeito foi detido em flagrante pela PM com uma pistola de calibre .9mm carregada com 11 munições.

De acordo com o boletim de ocorrência, as equipes policiais se deslocaram até as entradas na cidade, na BR-070, após receberem denúncias sobre um veículo Corsa Classic de cor branca que estaria trazendo armas de fogo.

Segundo as informações, os objetos seriam utilizados por membros de uma facção criminosa para atacar e cometer homicídios contra integrantes de facções rivais, no município.

Os policiais militares montaram barreiras e conseguiram localizar o veículo, com as mesmas características informadas, no bairro Santo Antônio. Na abordagem e revista pessoal ao condutor do carro, nada de ilícito foi encontrado. Já em verificação ao veículo, os militares localizaram uma pistola e um carregador contendo 11 munições intactas.

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Diante da situação de flagrante, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Acusado alega que matou esposa ao ‘perder a cabeça’ em briga

Ele teve tempo de contratar uma máquina retroescavadeira, cavar o buraco, colocar o corpo.

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Preso acusado de matar a esposa Nilza Moura de Souza Antunes, 64, teria premeditado o crime. Jackson Pinto da Silva declarou à polícia que “perdeu a cabeça” durante discussão com a esposa, contudo, ele contratou uma retroescavadeira para abrir a cova onde enterrou a vítima, no quintal de uma das propriedades da empresária. Ele foi detido nesta terça-feira (5), data em que a idosa foi encontrada.

Segundo a delegada Eliane Moraes, titular da Delegacia de Estelionato de Várzea Grande, o corpo foi encontrado a cerca de dois metros de profundidade, com pés e mãos amarrados com lacre plástico. O mesmo material foi usado para enforcar a vítima.

Conforme a delegada explicou, apesar de se tratar de um feminicídio, sua unidade foi acionada porque, a princípio, Jackson comunicou tentativa de golpe. Ele alegou que a esposa havia sumido e vinha recebendo mensagens e ligações pedindo resgate. À delegada, ele disse que tinha feito transferência para contas.

“Depois ele começou a cair em contradição e acabou admitindo o crime. Disse que perdeu a cabeça, após atritos com ela, eles tinham uma relação de 11 anos, mas nesse tempo ele teve um filho com outra mulher, o que estava gerando atrito entre o casal, segundo ele esse era o motivo das brigas”, explicou a delegada.

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Ainda segundo a autoridade policial, ele havia tentado vender alguns bens, mas a delegada não confirmou a transferência de R$18 mil citada por parentes. Como informado anteriormente por familiares, ele teria feito a movimentação bancária de uma conta empresarial da vítima para uma conta dele.

Durante o interrogatório na Delegacia de Estelionato, ele chegou a dizer que havia feito pix para possíveis sequestradores.

“Ele falou que ela tinha desaparecido, que estava recebendo ligações pedindo resgate. Ele chegou até a fazer pix para uma conta, várias situações envolvendo transferências. Como trabalhamos com esse tipo de crime, inicialmente havia dúvida sobre o que estava acontecendo”, disse.

No entanto, durante as diligências, a versão começou a ruir. “Quando começamos a ouvir familiares e o próprio suspeito, ele passou a entrar em contradição. A partir daí, começamos a desconfiar da história apresentada”, relatou.

A confirmação veio após uma ida até a residência do casal. “Ele se dispôs a ir com a equipe até a casa para provar que não tinha envolvimento. Mas uma camisa que ele usou no domingo, último dia em que apareceu com a vítima, já estava lavada. Questionamos isso e ele ficou nervoso, entrou em contradição e acabou confessando”, detalhou a delegada.

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Após a confissão, o suspeito indicou o local onde havia escondido o corpo. “Ele também revelou onde estava o corpo, que foi encontrado enterrado a cerca de dois metros de profundidade”, afirmou.

As investigações apontam que o crime ocorreu em outra residência e que o corpo foi transportado posteriormente. “Tudo indica que o homicídio aconteceu em outro imóvel. Temos uma equipe realizando perícia nesse local também”, disse.

A premeditação do crime é um dos pontos que mais chamam a atenção. “Ele teve tempo de contratar uma máquina retroescavadeira, cavar o buraco, colocar o corpo e depois retornar para aprofundar ainda mais a cova. Isso demonstra planejamento”, destacou Eliane Moraes.

Questionada sobre possível participação de terceiros, a delegada foi categórica: “A princípio, acreditamos que ele agiu sozinho”.

O caso, inicialmente registrado como estelionato, será encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que dará continuidade às investigações.

 

Fonte Gazeta Digital

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