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POLÍCIA

Polícia Militar resgata adolescente desaparecida e apreende três menores suspeitos por sequestro

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Policiais militares do 7º Comando Regional resgataram, na manhã desta segunda-feira (4.5), em Barra do Bugres (177 km de Cuiabá), uma adolescente, de 17 anos, que estava sendo mantida em cárcere privado. Três menores suspeitos por sequestro foram presos.

Conforme informações do boletim de ocorrência, a vítima estava desaparecida de sua residência e da escola há mais de cinco dias, sendo, possivelmente, mantida refém por integrantes de uma facção criminosa do município.

Desde a denúncia, os policiais militares intensificaram as ações de patrulhamento tático e ostensivo na região.

As equipes da 12ª Companhia Independente localizaram a jovem em uma residência no bairro Jardim Elite. O endereço já foi alvo em outras abordagens por atividades ilícitas.

No local, além da vítima, foram encontrados três adolescentes, de 14, 16 e 17 anos, que foram apreendidos. Nenhum dos envolvidos apresentavam lesões corporais.

Na casa, os policiais militares também apreenderam um conjunto de câmeras de origem ilícita. Os envolvidos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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CIDADES

Ex-presidiário fez videochamada após estuprar e matar enteada

Segundo as investigações da Policia Civil, após cometer o abuso, o suspeito chegou a realizar uma videochamada para a mãe da criança

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O padrasto de 24 anos preso acusado de estuprar e causar a morte da enteada, de apenas 3 anos de idade, teria feito uma vídeochamada com a mãe da criança após cometer o crime. O fato ocorreu em em Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá), na madrugada de domingo (3).

Segundo as investigações da Policia Civil, após cometer o abuso, o suspeito chegou a realizar uma videochamada para a mãe da criança, que estava no trabalho, simulando que a menina estava apenas dormindo profundamente e não despertava.

Em depoimento, a mãe relatou que trabalha desde a madrugada e deixa as filhas sob os cuidados do padrasto. Segundo o delegado Honório Gonçalves, o suspeito tentou criar uma narrativa de morte natural logo no primeiro contato com a companheira.

“No momento dos fatos, segundo ela, ele teria ligado para ela, informado que a menina não queria acordar, fez até uma videochamada”, explicou o delegado.

Diante da imagem da filha imóvel, a mãe correu para a residência e levou a criança à unidade de saúde, onde o óbito foi confirmado. Embora o padrasto sustentasse que a menina havia “passado mal”, a análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) rapidamente desmentiu a versão.

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O exame de necropsia identificou lesões graves nas partes íntimas da vítima. Além disso, a equipe de investigação encontrou provas contundentes na residência do casal, descrita como um ambiente insalubre.

“O médico legista identificou indícios fortes da prática de atos sexuais contra essa criança de 3 anos. Inclusive, durante a perícia, foi arrecadada uma calcinha dessa vítima que tinha pontinhos ali de sangue”, afirmou Honório Gonçalves.

No quarto onde o crime teria ocorrido, peritos localizaram pontos de sangue no colchão e um sachê de lubrificante descartado, indicando uso recente.

O suspeito não é desconhecido das forças de segurança. Ele já possui passagens por tráfico de drogas e envolvimento com organizações criminosas, tendo sido alvo de operações anteriores na região. O acusado estava em liberdade há dois meses.

“Ele está sendo autuado, a princípio, pelo crime de estupro qualificado pela morte. Houve uma inovação legislativa recente que aumentou a pena desse crime, que hoje vai de 20 a 40 anos”, ressaltou o delegado.

A mãe da criança também foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos. A Polícia Civil investigará se houve omissão ou conivência por parte dela, além de analisar as condições de maus-tratos no imóvel.

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Uma segunda criança, irmã da vítima, de 6 anos, foi retirada do local pelo Conselho Tutelar e entregue provisoriamente ao pai biológico.

O padrasto permanece preso e passará por audiência de custódia, enquanto o material genético coletado na cena do crime foi enviado para Cuiabá para exames de DNA que devem robustecer o inquérito policial.

 

Gazeta Digital

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