CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLÍTICA MT

Deputado Thiago Silva apresenta projeto para garantir gratificação a profissionais que atuam na educação inclusiva

Published

on

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) apresentou, na sessão plenária do dia 2, Projeto de Lei Complementar 03/2026, que assegura o pagamento da Gratificação por Eficiência e Resultado aos profissionais da educação básica que atuam, de forma cooperada, em entidades filantrópicas voltadas ao atendimento de alunos com deficiência. O objetivo é valorizar os profissionais da educação e fortalecer a educação inclusiva em Mato Grosso.

A proposta busca corrigir uma limitação existente na legislação atual. Segundo o deputado Thiago Silva, a medida é fundamental para garantir justiça e valorização profissional, além de fortalecer o atendimento educacional especializado ofertado por essas instituições.

“Estamos apresentando esse projeto para corrigir uma desigualdade e garantir tratamento justo aos profissionais que dedicam seu trabalho à educação inclusiva. Esses educadores exercem uma função essencial, atendendo alunos que necessitam de atenção especializada e acompanhamento permanente. Valorizar esses profissionais é investir diretamente na qualidade da educação e na inclusão social”, destacou o parlamentar.

Thiago explicou que em Mato Grosso boa parte do atendimento educacional voltado às pessoas com deficiência é realizada por associações e organizações da sociedade civil, mantidas por meio de acordos de cooperação com o poder público. Para o deputado, a exclusão desses profissionais da gratificação acaba gerando desmotivação e pode comprometer a continuidade dos serviços prestados.

Leia Também:  Audiência pública discute projeto que altera o Conselho Estadual de Educação (CEE)

“A educação inclusiva é uma política pública fundamental e precisa ser fortalecida. Não podemos permitir que profissionais qualificados deixem essas instituições por falta de reconhecimento ou valorização. Nosso projeto garante isonomia e incentiva que esses educadores continuem desenvolvendo esse trabalho tão importante”, ressaltou.

O parlamentar destacou ainda que a proposta reforça o compromisso do mandato com a valorização dos profissionais da educação e com a promoção de políticas públicas voltadas à inclusão e à igualdade de oportunidades.

“O nosso mandato tem como prioridade defender uma educação de qualidade, acessível e inclusiva. Seguiremos dialogando com o Governo do Estado, com as instituições e com os profissionais da área para garantir avanços concretos para a educação especial em Mato Grosso”, concluiu Thiago Silva.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA MT

CPI apresenta relatório preliminar sobre despesas e contratos da rede estadual de saúde

Published

on

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) apresentou, na tarde desta quarta-feira (30), um relatório preliminar com resultados da análise documental sobre despesas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), entre 2019 e 2025. O levantamento aponta pagamentos indenizatórios superiores a R$ 1 bilhão, além de possíveis irregularidades em contratações, execução de serviços e comprovação de despesas.

A apresentação ocorreu durante coletiva de imprensa realizada na Sala de Comissões do Parlamento estadual. O documento foi elaborado a partir de depoimentos e de materiais encaminhados pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Polícia Federal. Segundo o assessor jurídico da CPI, André Luis Rufino, a análise envolve aproximadamente 10 mil documentos.

Um dos principais pontos identificados pela CPI foi o crescimento dos pagamentos por reconhecimento de dívida, modalidade utilizada quando serviços são prestados sem cobertura contratual prévia e a administração reconhece posteriormente a obrigação de pagamento. Conforme a análise apresentada, o procedimento, inicialmente associado a situações excepcionais, passou a ser utilizado de forma recorrente, com aumento superior a 400% no período examinado.

Leia Também:  Câmara setorial temática vai debater sobre mudanças climáticas

O relatório detalha que R$ 750,5 milhões foram pagos a empresas relacionadas à Operação Espelho, sendo R$ 109,1 milhões provenientes de recursos federais e o restante de recursos estaduais. Considerando outras prestadoras de serviços da SES, o volume de despesas indenizatórias ultrapassa R$ 1 bilhão.

André Luis Rufino, assessor jurídico da CPI.

André Luis Rufino, assessor jurídico da CPI.

Foto: Helder Faria

A comissão também apresentou apontamentos sobre alertas feitos na época pela CGE e PGE relacionados à regularidade das contratações e dos pagamentos. Segundo Rufino, a análise identificou baixo atendimento às recomendações do controle interno, além da continuidade de procedimentos que demandavam adequação.

Outro eixo da investigação envolve possíveis inconsistências na comprovação de plantões médicos, registros de frequência, atestados de execução e pagamentos por serviços. O material apresentado reúne apontamentos sobre divergências entre escalas e registros, ausência de comprovação de atendimentos e possíveis falhas na fiscalização contratual, inclusive em serviços de terapia intensiva.

O relatório também detalhou possíveis responsabilidades em diferentes níveis da administração pública e entre empresas prestadoras de serviços, além de encaminhamentos que poderão ser avaliados ao longo da investigação, como apuração administrativa, ressarcimento de recursos e comunicação aos órgãos competentes. Os apontamentos integram um relatório preliminar e ainda dependem da continuidade dos trabalhos e das providências cabíveis.

Leia Também:  Vereador Juca do Guaraná destaca compromisso com o Meio Ambiente: ‘não há mais tempo para perder’

Mesmo com a suspensão temporária das oitivas durante o período eleitoral, a CPI manteve a análise dos documentos. Instalada em 4 de março de 2026, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. O plenário da ALMT aprovou a prorrogação dos trabalhos para até janeiro de 2027.

A próxima reunião está marcada para quarta-feira, 7 de outubro, quando a comissão dará continuidade às atividades de investigação, com retomada das oitivas e aprofundamento dos pontos levantados no relatório.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA