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Equipe de TI dará suporte aos canais da ALMT durante a apuração dos votos

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A Secretaria de Tecnologia da Informação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) preparou uma estrutura especial para acompanhar o processo eleitoral e garantir o funcionamento dos sistemas e canais de comunicação do Parlamento durante a apuração dos votos, neste domingo (4). Profissionais da Secretaria de Comunicação também estão escalados para a cobertura completa do evento, neste domingo (4), a partir das 16 horas.

Servidores da TI permanecerão de sobreaviso para atender eventuais demandas técnicas ao longo da transmissão. O trabalho tem como principal objetivo assegurar que os serviços disponibilizados pela Assembleia funcionem de forma estável e que a população possa acompanhar os trabalhos em tempo real.

De acordo com Thais Costa, coordenadora de Tecnologia da Informação da ALMT, o planejamento foi realizado antecipadamente, com reuniões e alinhamentos entre os profissionais envolvidos na operação.

“A nossa expectativa é garantir ao público um serviço de qualidade. Quando se trata da eleição, nosso foco principal é assegurar que todos que estiverem acompanhando a apuração tenham acesso às informações e aos serviços da Assembleia. A equipe também trabalha para, caso ocorra algum problema, conseguir identificar e restabelecer o serviço o mais rápido possível”, explica a coordenadora.

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Durante o período de apuração, quatro profissionais do setor de Infraestrutura da TI estarão diretamente envolvidos na operação, sendo dois na Assembleia Legislativa e dois no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT). Contudo, a TI vai manter pelo menos 10 servidores de sobreaviso para atender eventuais necessidades. O secretário de TI, André Luís de Moraes Souza também acompanhará o trabalho e poderá acionar a equipe caso seja necessário.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A preparação para a operação levou em consideração experiências de eleições anteriores e possíveis situações que possam comprometer o funcionamento dos serviços. De acordo com o técnico legislativo Paulo Tavoloni Jr e o gerente de Infraestrutura e Desenvolvimento da TI, Luciano Teixeira, os profissionais da ALMT e do TRE realizaram os alinhamentos necessários para antecipar demandas e definir os procedimentos em caso de falhas técnicas.

“A gente trabalha para conseguir mitigar qualquer problema e restabelecer o serviço o mais rápido possível. Toda a equipe fica atenta e de prontidão para o que for necessário”, destaca Teixeira.

Outro trabalho acompanhado pela TI envolve o portal da Assembleia Legislativa (al.mt.gov.br). A previsão é de que após a finalização da apuração, o portal retome a sua rotina normal de publicação e atualização de conteúdos.

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Nova legislatura – O trabalho da Tecnologia da Informação não termina com a apuração dos votos. Depois das eleições, a equipe terá pela frente uma nova etapa de preparação dos sistemas da Assembleia para a próxima legislatura (2027-2031).

Thais explica que a mudança na composição do Parlamento exige uma série de atualizações nos sistemas, especialmente em razão da posse dos novos deputados e das alterações na Mesa Diretora e na Primeira Secretaria.

“Enquanto o processo eleitoral mobiliza a atenção da população, uma equipe técnica trabalha nos bastidores para garantir que a estrutura tecnológica da Assembleia esteja preparada tanto para a apuração quanto para os desafios que surgem com a formação da nova legislatura”, ressalta.

Fonte: ALMT – MT

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Processo relacionado a Léo Bortolin volta ao radar do Ministério Público; denúncia foi apresentada por Luis Pereira Costa

Novo procedimento criminal tramita sob sigilo no NACO Criminal da Capital. Segundo Luis, eventual acordo entre as partes não elimina a necessidade de apuração dos fatos

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Um novo procedimento registrado no Ministério Público de Mato Grosso voltou a colocar sob os holofotes um episódio relacionado ao histórico eleitoral do ex-prefeito e candidato a deputado estadual Leonardo Tadeu Bortolin, o Léo.

A denúncia que deu origem à apuração foi apresentada por Luis Pereira Costa, segundo relato do próprio denunciante. O procedimento consta no Sistema Integrado do Ministério Público (SIMP) sob o nº 021209-001/2026, registrado em 13 de agosto de 2026.

O documento oficial mostra que o caso tramita na área criminal, como Notícia de Fato, e atualmente está localizado no NACO Criminal – Capital. O procedimento possui como assunto “Competência por Prerrogativa de Função”.

“O fato não desaparece porque houve acordo”, afirma Luis

Segundo Luis Pereira Costa, os fatos denunciados teriam configurado crime e, ainda que posteriormente tenha ocorrido um acordo entre as partes envolvidas, isso não significaria, na visão do denunciante, que os fatos deixaram de existir ou que não devam ser analisados pelas autoridades competentes.

Luis sustenta que eventual composição entre particulares não pode, por si só, impedir que o Ministério Público examine fatos que possam ter natureza criminal, cabendo às autoridades avaliar se houve ou não ilícito e quais providências são juridicamente cabíveis.

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É importante ressaltar que essa é a posição apresentada pelo denunciante. O documento do MP disponibilizado à reportagem está sob sigilo e não revela o conteúdo integral da apuração nem identifica publicamente requerente e requerido.

Procedimento teve movimentações recentes

O histórico oficial mostra que o procedimento foi registrado e distribuído em 13 de agosto de 2026, teve movimentação em 28 de agosto e voltou a registrar encaminhamento interno em 3 de setembro. Todas essas movimentações aparecem como sigilosas.

A consulta ao sistema foi realizada em 28 de setembro de 2026, com última atualização indicada em 3 de setembro.

Histórico eleitoral aumenta a pressão

O novo procedimento surge em meio a um histórico já marcado por disputas judiciais envolvendo Bortolin.

Em 2024, a Justiça Eleitoral de Mato Grosso proferiu decisão que declarou Leonardo Bortolin inelegível por oito anos em ação relacionada a suposto abuso de poder político e econômico durante a realização da Expô Primavera 2024. Na mesma decisão, houve cassação do registro de candidatura de Ademir Ortiz.

A decisão divulgada à época apontou que recursos e estrutura pública teriam sido utilizados de maneira vinculada à promoção eleitoral, questão que foi submetida à apreciação da Justiça Eleitoral.

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O que está comprovado até agora?

O que o documento oficial permite afirmar é objetivo: há um procedimento criminal registrado no Ministério Público, atualmente sob sigilo, com movimentações no NACO Criminal da Capital.

Já a afirmação de que o procedimento corresponde especificamente a um antigo caso de compra de votos envolvendo Léo Bortolin depende da documentação que identifique expressamente o objeto da apuração.

Por isso, até que o conteúdo sigiloso seja disponibilizado ou exista decisão oficial identificando os fatos, não se pode afirmar que houve uma nova condenação.

O caso, contudo, está novamente nas mãos do Ministério Público.

E a pergunta que fica é: um acordo entre envolvidos pode encerrar a discussão entre as partes, mas pode também impedir a apuração de eventual crime? É justamente essa questão que Luis Pereira Costa afirma ter levado às autoridades para que seja esclarecida pelos órgãos competentes.

A reportagem permanece aberta para manifestação de Leonardo Bortolin e de sua defesa.

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