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Várzea Grande renova Termo de Fomento para ações continuadas com recursos do FIA

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Durante curso de capacitação para operacionalização do Fundo da Infância e da Adolescência, Assistência Social e entidades revalidaram compromisso

 

A prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Assistência Social, assinou hoje (29), a renovação do Termo de Fomento para operacionalização do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA) para a continuidade de prestados em parceria com instituições filantrópicas.

Com o termo revalidado, durante curso de capacitação técnica para melhor execução do FIA, será possível seguir com projetos sociais que atualmente atendem cerca de 2,2 mil crianças e adolescentes.

“Nossa prioridade é fortalecer a rede de proteção à infância e à juventude, oferecendo capacitação técnica às entidades que executam projetos com recursos do FIA. Assim, garantimos que os recursos públicos e as doações da sociedade sejam aplicados com responsabilidade e propósito social”, explicou a secretária de Assistência Social, Cristina Saito.

RECURSOS – Nesta quinta-feira, 29 de maio, no Anexo II da Secretaria de Educação, no bairro Jardim Marajoara, a Prefeitura promoveu uma capacitação técnica voltada às instituições filantrópicas que mantêm Termo de Fomento com o Município e recebem recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FIA).

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A capacitação foi ministrada pela equipe técnica do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) que é vinculado à Secretaria de Assistência Social e abordará temas essenciais à gestão responsável, como a transparência na aplicação de recursos públicos, o controle social e a efetividade das políticas públicas voltadas à infância e adolescência. O objetivo é garantir maior eficiência na execução dos projetos, ampliando o impacto positivo na vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

A capacitação permite uma atuação segura e correta junto à legislação e aos editais. “É fundamental que as entidades compreendam não apenas a legislação vigente, mas também os princípios de transparência e prestação de contas que norteiam o uso dos recursos públicos e das doações via FIA, que chegam por meio do Imposto de Renda”, explicou a instrutora da capacitação, Daniela Behrends Rodrigues, secretária executiva do setor de Coordenação Administrativa e Financeira da Secretaria.

Segundo Diane Maria Mendes, fundadora da instituição ‘Luz do Amanhã’, o curso de capacitação é importante pois, explica a legislação e como a secretaria se preocupa e acompanha de perto a aplicação dos recursos destinados às entidades.

Uma das empresas privadas parceira que envia recursos por meio de doações do imposto de renda, é a empresa Bom Futuro. “Ela dá o incentivo para essas instituições que têm esse olhar social. A Bom Futuro investe e acompanha, fortalecendo a comunidade e com isso a gente impacta mais famílias, mais crianças e adolescentes na cidade”, finalizou Diane mendes.

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As entidades são: Associação Caminhando Para Mais um Sonho – ACAMIS, Associação Várzea-grandense Madre Tereza de Calcutá, Associação Nativo, ASCA – ABAIUC, Instituto Semente Brasil, Instituto Luz do Amanhã, Associação Comunitária de Comunicação, Educação, Cultura, Esportes e Lazer – ACCECEL – Búfalo Escola de Futebol, AMFMT – Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso, Associação Espírita Eurípedes Barsanulfo, Rotary Clube de Várzea Grande Portal do Norte, Associação Santa Mônica das Irmãs Agostinianas Servas de Jesus e Maria, Associação Beneficente Vida Nova, Associação Centro Esportivo Educacional Jovens Samurais, Associação de Futsal Pés de Ouro, Centro de Estudo e Assistência à Família – CEAF, Associação 4º Bravo Lutas, Instituto Futsal sem Drogas, Associação Anjo Miguel, Associação Cáritas, Associação Ampara, Instituição Filantrópica Educacional “O Pequeno Galileu” e Fundação Nova Suíça Rachele Steingruber.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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