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Abertura do Campeonato Mato-Grossense de Motocross movimenta Pontes e Lacerda

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Foto: ALEX RODRIGUES DA COSTA E OLIVEIRA

Após 10 anos, Pontes e Lacerda voltou a sediar uma etapa do Campeonato Mato-Grossense de Motocross, abrindo oficialmente a temporada 2026 da competição. O evento, realizado nos dias 28 e 29 de março, reuniu pilotos de diversas regiões, além de um grande público, marcando o retorno do município ao circuito estadual da modalidade.

O deputado estadual Moretto (Republicanos) destacou a importância da realização da etapa no município e reforçou seu compromisso com o fortalecimento do esporte em Mato Grosso. Segundo ele, o motocross tem papel importante no incentivo à prática esportiva, além de contribuir para o desenvolvimento econômico das cidades que recebem as etapas.

A realização do evento contou com recursos destinados por meio da emenda parlamentar nº 185/2025, de autoria do deputado Moretto, no valor aproximado de R$ 199 mil, que viabilizou a abertura do campeonato no município.

“Pontes e Lacerda volta ao cenário do motocross estadual com protagonismo, sediando a abertura do campeonato. Temos trabalhado para fortalecer essa modalidade em todo o estado, apoiando eventos que movimentam a economia e valorizam o esporte”, afirmou o parlamentar.

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Moretto também reconheceu o trabalho conjunto que possibilitou a realização do evento, destacando o apoio das lideranças políticas locais Cezar Augusto (União), Cleber Sella (Republicanos), Wyldo Pereira (PRD), Carlinhos (União), além da liderança política Ferrugem e da Federação Mato-Grossense de Motociclismo, representada por Miguel Vieira Guimarães Netos, e de todos os envolvidos na organização.

A competição, que percorre diversas cidades ao longo do ano, mantém um calendário ativo no estado e retorna agora a Pontes e Lacerda, reforçando o potencial do município para sediar grandes eventos esportivos.

Confira o programa completo do campeonato neste link.

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde ouve investigada e remarca depoimento de ex-secretário para 2 de setembro

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Na tarde desta quarta-feira (26), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou mais uma reunião para ouvir depoentes e avançar na apuração de possíveis irregularidades em contratos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) firmados durante a pandemia de Covid-19.

A ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Carolina Campos, prestou depoimento na condição de investigada. Também foi ouvido, por videoconferência, o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira, na condição de testemunha. As duas oitivas ocorreram em sessão reservada.

O depoimento do ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo, que não compareceu à sessão, foi reagendado para a próxima quarta-feira (2), às 14h. Segundo a CPI, a convocação foi remarcada após a defesa alegar compromissos.

Carolina Campos afirmou que solicitou que sua oitiva fosse realizada de forma reservada para evitar que o conteúdo do depoimento fosse utilizado no contexto eleitoral. “Minha posição nesse processo sempre foi técnica. Pedi que essa condição fosse respeitada”, disse, em entrevista concedida após a oitiva.

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Carolina destacou ainda que respondeu às 70 perguntas feitas pelos integrantes da comissão e que apresentou documentos e esclarecimentos que, segundo ela, já haviam sido levados anteriormente às autoridades responsáveis pelas investigações no Ministério Público e no judiciário.

A ex-secretária adjunta também declarou que decisões judiciais anteriores já haviam afastado sua participação nas acusações investigadas. Segundo Carolina, ela nunca chegou a ser ré e apresentou provas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para demonstrar que não tinha envolvimento com as irregularidades apuradas.

Ao ser questionada sobre os contratos sem licitação investigados pela CPI, Carolina afirmou que não era responsável por licitações, compras ou pagamentos dentro da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com seu relato, sua atuação se restringia à gestão dos hospitais regionais.

Após a oitiva, a comissão informou que as respostas serão analisadas pela equipe responsável pelos trabalhos. A CPI investiga denúncias de irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, que resultaram na Operação Espelho, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

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Outro assunto discutido durante a reunião foi a possibilidade de suspensão dos trabalhos da CPI durante o período eleitoral. Um requerimento foi apresentado propondo que as atividades sejam interrompidas até o fim das eleições. A medida ainda não foi submetida à votação e foi encaminhada à Procuradoria da CPI para análise jurídica e elaboração de parecer sobre sua legalidade.

Os trabalhos da CPI da Saúde foram prorrogados por mais 180 dias pelo plenário da Assembleia Legislativa. Instalada em 4 de março, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. Com a prorrogação, os trabalhos poderão prosseguir até 4 de março de 2027.

Além de Gilberto Figueiredo, que deverá ser ouvido na próxima quarta-feira, a comissão informou que o secretário Juliano Melo também é esperado para prestar depoimento na mesma data.

A CPI tem como objetivo reunir informações e documentos de investigados e testemunhas para esclarecer as possíveis irregularidades relacionadas aos contratos da Secretaria de Estado de Saúde.

Fonte: ALMT – MT

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