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Cavalaria da PM prende faccionado com armas de fogo em Campo Novo do Parecis

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Policiais militares da unidade de Cavalaria prenderam um homem faccionado, de 19 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (1º.7), em Campo Novo do Parecis. Com o criminoso, a PM apreendeu um revólver e uma espingarda que eram utilizadas por uma facção.

Durante execução da Operação Território Livre, a equipe da Cavalaria recebeu denúncias sobre uma residência que seria ponto de armazenamento de armas de fogo de uma facção criminosa. Segundo as informações, no local era possível ver suspeitos fazendo uso de armas e se preparando para crimes.

Os militares seguiram para o endereço da denúncia e encontraram o suspeito na frente da casa, onde foi abordado. Com ele, nada de ilícito foi encontrado. O homem foi questionado sobre a presença de armas de fogo no local e confirmou que estava guardando os objetos para uma facção e que o material seria de outro faccionado, que não estava no endereço.

Os policiais seguiram para buscas dentro do imóvel e encontraram uma mala, onde estava uma espingarda de calibre 28 e um revólver de calibre 38, além de munições para todo o armamento.

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Diante do flagrante, o faccionado recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade e entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLÍCIA

Ciúmes e disputa por bens motivaram morte de professora, aponta delegado

A motivação seria uma divergência patrimonial, já que a vítima estava querendo se separar e ele não estava aceitando.

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O delegado de Juína, Luiz Camargo, apontou que uma disputa por patrimônio e o ciúme foram as motivações para o assassinato da professora Adelia Cristina de Oliveira Batista, 49, encontrada morta em uma represa na Comunidade São Lourenço, em Castanheira (a 779 km a noroeste de Cuiabá). O principal suspeito do crime é o namorado da vítima, Joel Laureano Ferreira, 46, preso na manhã de quarta-feira (1º).

De acordo com o delegado, responsável pelas investigações, Adelia pretendia colocar fim ao relacionamento, mas o investigado não aceitava a separação.

“A motivação seria uma divergência patrimonial, já que a vítima estava querendo se separar e ele não estava aceitando a situação por dois motivos. Primeiro patrimônio, parecia que a vítima tinha uma condição patrimonial melhor do que a dele e também por questão de ciúmes”, afirmou.

Ainda conforme a investigação, o casal discutiu por volta das 20h, momento em que o suspeito teria estrangulado a professora com as próprias mãos.

“Diante dessa discussão que teve por volta das 20h, ele esganou, usou a constrição de pescoço. Com o manuseio das próprias mãos, ele estrangulou essa vítima. Inclusive, a causa do óbito foi a fratura. Ela morreu pela constrição do pescoço”, explicou Luiz Camargo.

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O delegado também destacou que, inicialmente, o investigado responderá por feminicídio qualificado. No entanto, a tipificação penal poderá ser alterada no decorrer do inquérito, conforme o avanço das diligências e a produção de novas provas.

“A princípio, vou tipificar a conduta como feminicídio qualificado. No prosseguimento da investigação, por meio da conversão do inquérito policial, com a formalização de outras diligências que ainda não serão possíveis de serem realizadas nesse momento, nada impede que haja uma nova tipificação para a confecção do relatório policial, indiciamento e encaminhamento para a autoridade judicial e também ao Ministério Público”, disse.

Segundo Camargo, a intenção do suspeito era ocultar o corpo da vítima, mas isso não ocorreu devido à repercussão imediata do crime na comunidade, o que dificultou a ação.

Joel Laureano Ferreira foi preso na zona rural de Castanheira, após dois dias de buscas realizadas por equipes da Delegacia de Juína. Durante as buscas, os policiais também apreenderam roupas, botinas e um pedaço de corda com aparentes vestígios de sangue. Os materiais foram encaminhados para perícia.

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